A Inteligência Artificial É O Futuro Da Saúde

A Inteligência Artificial É O Futuro Da Saúde 1

Como argumenta o especialista, “não há pessoa ou grupo de pessoas apto de resolver, a título de exemplo, os registros médicos de pacientes com câncer de cólon em toda a Europa”. Contudo, a inteligência artificial se faz e, verdadeiramente, “assistência a caracterizar e identificar os candidatos ideais para testar uma droga experimental definido, o que reduz significativamente o teu recurso de fabricação. É um passo de gigante”, declara Bustince.

assim, o tempo dedicado ao desenvolvimento pré-clínica dos remédios é reduzido em 75%, e o custo bem como. Assim diz Andrew Hopkins, diretor executivo de Exscientia, uma empresa britânica que trabalha com a inteligência artificial e que a começar por 2017, favorece com a farmacêutica GSK, com o final de encontrar possíveis vias de tratamento pra tipos diversos de doenças.

  1. Produção de energia: 8 painéis solares = oitenta e quatro kW aprox
  2. Teoria dos 2 demônios
  3. dois Personagens 2.Um Nikita (Peta Wilson)
  4. PAND00CHAN (conversa) 22:19, um maio 2017 (UTC) PANDORA GONZALEZ
  5. Permite que entre por completo a luminosidade e deixa uma vista clara do exterior

Este tipo de organizações são conhecidas como biotecnológicas digitais. Exscientia não é a única. Há outras: Benevolent, Berg, Numerate ou Atomwise. Também em Portugal: Anaxomics Biotech. Quase todos os seus consumidores são farmacêuticas, pesquisadores clínicos e acadêmicos. Este caminho leva-o a pé desde há 10 anos, a corporação portuguesa de biotecnologia Anaxomics. Acontece que um deles, a alitretinoína, é indicado para a psoríase, a acne e o segundo, pranlukast, pra rinite alérgica. A partir de aqui, introduz-se o dado de mais de 5.Quatrocentos fármacos acessíveis no instante, incluindo as suas indicações, mecanismos de ação e efeitos adversos. O repercussão: doze promissoras combinações de 14 milhões de experctativas.

E destas, 4 foram testados em culturas de derivados de animais e dois foram finalistas (alitretinoína com pranlukast e alitretinoína com mefloquina), à espera de validação em modelos mais avançados da doença, ou em pacientes. A alternativa de formação de pacientes virtuais a começar por inteligência virtual (com sugestões molecular geral do ser humano e da doença específica) permite dirigir-se mais além do reposicionamento de fármacos neste instante existentes. Simão Perera, outro dos investigadores de Anaxomics.

Quando se chega a esse ponto, são as organizações que colhem a testemunha para fazer com que uma molécula visibilidade em ecrã terminar finalmente o mercado. Nesta linha localizam-se outros laboratórios, como a Pfizer, Roche ou Sanofi. Ainda mais se somam mais investigadores de várias universidades e organizações farmacêuticas para a inteligência artificial, afim de acelerar o desenvolvimento de recentes esperanças químicas para doenças como o mal de Alzheimer, o câncer e o mal de Parkinson. É o caso de um projeto em que trabalha, da Universidade Católica San Antonio de Murcia (UCAM) perto às universidades de Reykjavík (Islândia) e de Coimbra.

Seu intuito é encontrar novos candidatos a fármacos através de técnicas de inteligência artificial. Um de seus trabalhos está relacionado com a busca de “moléculas com potencial anticoagulante sanguíneo, pra substituir a heparina, que hoje em dia só poderá ser administrado por meio de injeções”, explica o investigador principal do grupo BIO-HPC da UCAM, Horácio da Silva.

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